terça-feira, 14 de abril de 2009

Aventura 11

Brian

Arnen

Murduk

 

Os companheiros saem para as montanhas da Cordilheira dos Deuses juntamente com Jan e David (eventualmente). Encontram outra cidade tomada pelos orcs e enfrentam a guarda da entrada na estrada. Então eles decidem não arriscar uma invasão à cidade e seguem caminho.

 

Alguns dias depois, na montanha, enfrentam alguns lobos e um vampiro, prevendo o que havia de vir. Após, Jan os leva até uma passagem secreta e sentencia que Dalí por diante estariam sozinhos. Entram em uma caverna por uma escada e, adiante são recebidos por vampiros. Sem muita dificuldade Brian os destrói, exceto um deles, que passam algum trabalho para derrotá-lo. Mas após Brian ser sugado por ele, acaba gastando todo o seu poder de cura para derrotá-lo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Aventura 10

Brian

Arnen

Murduk

 

Após a luta e escorraçar os invasores, os heróis chamaram a todos para a superfície, comemoraram e retomaram as atividades. Murduk, ao perceber que sua cabeça de troll havia se diluído em sua mochila, viu os rastros do mesmo para fora. Brian e ele correram atrás do troll sumido. Alcançaram o troll, primeiro Murduk, depois Brian. Mataram-no e trouxeram seu corpo para ser queimado. Antes ainda, foram emboscados por hobgoblins que foram derrotados. Após o retorno, receberam Artur e os guerreiros de Reija que se retiravam também. Receberam a notícia de que Taco havia sido capturado. Jan e o Cavaleiro do norte também chegaram lá, e a esperança voltou, pois trouxeram com eles o pergaminho de Ágamo. Juntamente com os códigos estranhos que obtiveram do também estranho Sulivan, obtiveram o objetivo de sua próxima jornada.

 Horas depois, quem aparece é Dokashy. Ele conta que veio pagar sua divida com os aventureiros a pesar da negativa de seus mestres. Então ele partiu para Reija para resgatar Taco.


A Pofecia de Ágamo:


Nos dias das recompensas

O rei ganhará sua coroa,

Presenteada pelos estranhos ao seu povo.

 

A coroa passará de pai para filho

Por gerações incontáveis humanas,

E com ela a paz reinará.

 

No crepúsculo dos tempos,

Quando as provações acontecerem às trevas,

A coroa deverá se partir em dois,

Para que o reino que foi

Ressurja novamente

Pela metade, mas como rocha.

 

Paz mais não haverá,

Mas lutas que parecerão sem fim.

E sem coroa, o reino vive

Pela arma dos bravos.

 

Até o sol matutino

Trazer luz às trevas,

Trazendo o real sangue

Que os sábios reconhecerão.

 

 

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3-4-1 / 3-3-5 / 2-1-1 / 2-1-2 / 3-3-3 / 5-2-1 / 3-3-1 / 4-4-2 / 2-1-4 / 5-2-2 / 4-2-3 / 3-3-5 /

 4-3-4 / 3-4-2 / 4-3-6

 

Para partir a coroa deverá trazer a arma de luz que partir o que vive.